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Foto 1 de 2: Ponto 18 - Pichincha

Parada 18

Ponto 18 - Pichincha

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Porém, tem as suas origens na Rosário ferroviária, portuária e prostibular de finais do século XIX. No entanto, desde os anos ‘90 é considerado um Bairro de culto. Oficialmente chama-se Alberto Olmedo, em homenagem ao humorista que nasceu nesse bairro.

No século XIX, a instalação da ferrovia e o crescimento da atividade portuária devido à exportação de produtos agrícolas foram fatos fundamentais para a formação do bairro Pichincha. No apogeu de Pichincha, a Estação de Trens Rosário Norte se constituiu como um centro de muita atividade e deslocamento de pessoas. Centenas de pessoas subiam e desciam das gares com destino a Buenos Aires, Córdoba, Tucumán e outros destinos.

Esta estação também marcava o limite entre a cidade povoada e os subúrbios em vias de desenvolvimento. Além disso, a estação de trens também funcionava como terminal de bondes com destino a todos os cantos da cidade.

A referida estação, que concentrara durante vários anos uma enorme quantidade de pessoas e personagens, albergou ao descerem do trem o cantor Carlos Gardel, o escritor Jorge Luís Borges e muitas outras personagens famosas da época.

A rua principal do bairro é também chamada Pichincha.

O desenvolvimento demográfico que experimentava a cidade foi o fator que propiciou a instalação de bordéis em toda a cidade. Muitos deles funcionavam na clandestinidade; a Prefeitura tentou controlar e delimitar a área para o funcionamento daqueles estabelecimentos, e devido a essa decisão, surge o “império prostibular” conhecido como Pichincha.

Neste bairro, que conserva uma grande parte da estrutura edilícia da época, atualmente funciona um centro cultural, variados bares e restaurantes de alto nível, e é também o lugar de reunião de artesãos e antiquários. Estas mudanças transformaram o antigo bairro, que agora surge como um eixo cultural para a cidade de Rosário.

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